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ESPECIAL I Regiões do Handebol - Vale do Paraíba

Aos 15 anos, André começou sua trajetória no handebol. Sua irmã já jogava na escola onde ambos estudavam. O menino viu, gostou e começou a praticar. E isso aconteceu no ano 2000 em Taubaté. Hoje, o "tokinho de gente da mãe" cresceu e tornou-se um dos principais jogadores do Taubaté.

Toko, como é conhecido por todos, não se interessava muito pelo handebol quando começou a praticá-lo e só pensava em brincar como toda criança e adolescente. Aos poucos, o handebol tornou-se coisa séria para o garoto. Toko começou no Taubaté, passou por outros clubes, mas retornou para casa. É um dos principais artilheiros do clube e também do Campeonato Paulista. Para quem pensava apenas em viajar com o time, André criou uma identificação forte com o clube de sua cidade: “é uma satisfação muito grande jogar aqui. Foi onde comecei e irei fazer de tudo para que o handebol de Taubaté cresça cada vez mais. É a cidade onde eu moro e defendo essa camisa com muito empenho, raça, dedicação, respeito”.

André faz parte do grupo que procura quebrar a hegemonia do eixo Capital-ABC. Ano passado, sua equipe ficou em terceiro lugar no Paulistão e hoje briga para chegar a final do campeonato de 2011. “O trabalho tem que ser feito passo a passo. Primeiro chegar numa final de campeonato paulista, depois pensar em ser campeão, mas um passinho de cada vez. Outras entidades já trabalham com o handebol há mais tempo, como a Metodista e o Pinheiros. A gente sabe que demora um pouco”, avalia Marcus Oliveira, o técnico Tatá, sua equipe que começou em 2004.

Taubaté é uma das principais cidades do Vale do Paraíba. Com 365 anos, foi cidade dos bandeirantes, que desbravaram matas por São Paulo e Sul de Minas, e o município de maior produção cafeeira do Estado. Lá nasceu Monteiro Lobato e é Capital Universitária do Vale. Com uma economia e cultura fervescente, a cidade tem atributos para o desenvolvimento do handebol. Tatá fala que o esporte conta com o apoio das empresas e da Universidade de Taubaté para manter o hanebol em um bom nível no cenário paulista.

Dedicação dos envolvidos é o que garante o sucesso do Taubaté e as conquistas. Mas o principal fruto do trabalho não é apenas o título, mas sim o envolvimento que nasce no atleta pelo esporte. “O handebol me deu uma coisa que nunca iria conseguir. Se não fosse o hand não teria a faculdade e hoje meu maior objetivo é passar um pouquinho do meu conhecimento para meus alunos da escolinha de handebol da cidade, onde sou professor”, fala Toko.

De polo tecnológico para polo de handebol

São José dos Campos é a cidade mais rica do Vale do Paraíba e referência no Brasil. Segunda maior cidade interiorana do País, é lar do Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE) e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). O município, agora, procura se tornar conhecido pelo trabalho desenvolvido com o esporte. O handebol é uma das modalidades da Secretaria de Esportes e Lazer do Município e o assessor técnico Eliseu dos Santos é um dos principais envolvidos na manutenção da modalidade.

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De acordo com Eliseu, o handebol teve seu advento na cidade a partir dos Jogos Regionais e Abertos quando passou a fazer parte da competição nos ano 1990. Aos poucos, as equipes foram evoluindo e viu-se a necessidade de participar de torneios mais fortes, com um nível mais alto. Com exceção do Mirim Masculino, São José participa dos campeonatos de todas as modalidades e naipes da FPHb.

Naturais de outros Municípios da região e até mesmo do Sul Mineiro e Fluminense procuram a cidade para praticarem handebol. Ainda assim, os times do SEL/Fadenp/São José são formados por pratas da casa. “Hoje tem um campeonato municipal que se chama Jogos da REM (Rede Escolar Municipal) promovido pela Secretaria Municipal e o Governo do Estado. A partir do que vemos compomos o grupo e tiramos as matérias primas”, diz Eliseu.

Fadenp é o Fundo de Apoio ao Desporto Não Profissional da Secretaria de Esportes e Lazer do Município joseense. Através desse fundo, as equipes de handebol e de outras modalidades conseguem participar de competições e se sustentar. Ainda assim, Eliseu fala que a estrutura física da cidade para a competição ainda precisa melhorar: “em termos de prefeitura, estamos fazendo um trabalho bom há tempo e a tendência é crescer. Mas a estrutura física é precária e carecemos de mais quadras”.

Além de São José, Pindamonhangaba também depende do envolvimento público para a atuação do Esporte na cidade. Apesar de participar de apenas duas competições na FPHb – Adulto Feminino e Júnior Masculino – a cidade também está engajada em criar uma cultura esportiva no Município. Menor que seus vizinhos, mas com o mesmo espírito, Pindamonhangaba se junta a Taubaté e São José para brigar como um novo polo regional de handebol em São Paulo.



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