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ESPECIAL: Tudo tem seu começo - SC Corinthians Paulista

“Salve o Corinthians, de tradições e glórias mil”. Não é só no futebol que o clube paulistano tem história. O Sport Club Corinthians foi o primeiro clube Campeão Paulista pelo feminino. O ano foi em 1972. À época, o time de futebol do clube amargava 18 anos sem vencer o Paulista, o que só voltaria a acontecer em 1977. Três anos depois do pioneirismo do handebol feminino, foi a vez dos homens erguerem à taça de Campeão Paulista de Handebol Masculino, em 1975.

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Quatro foram os títulos, tanto do feminino quanto do masculino, em Campeonatos Paulistas de Handebol. O último no ano de 1984 para as mulheres e, em 1981, para os homens. Com o passar dos anos, os clubes do país passaram a ter despesas mais onerosas e dívidas maiores. O futebol passou a ser mais estimado, enquanto outros esportes depreciados. São Paulo e Rio de Janeiro viram modalidades desaparecerem de algumas instituições.

Hoje, o Corinthians não disputa na categoria principal do Paulistão. No entanto, faz um trabalho ainda de mais valor para o handebol. O clube atua com as categorias de base. Ainda assim, os investimentos são visivelmente inferiores aos conduzidos ao principal esporte do clube. Motivar jovens atletas é um grande esforço dos técnicos diante dessas dificuldades.

“Nós temos uma questão que já é tradicional aqui no clube: dependemos do nosso próprio trabalho. Ou seja, se não ensinamos a menina a jogar não temos atleta no futuro, pois não damos incentivos financeiros aos mesmos, só treino e uniforme. São poucos atletas das categorias cadete e juvenil que nos procuram por esse motivo. Mas quando nossos atletas são formados aqui e chegam ao juvenil, acabam cedendo ao convite de outras equipes que pagam para terem atletas”. Esse é o relato do técnico feminino Paulo Goulart. Ele, junto de Aldo Henrique de Almeida, técnico do masculino, é responsável para instigar nos jovens atletas a paixão pelo handebol.

Mesmo com um cenário como esse, a procura pelo esporte na idade do Infantil cresceu nos últimos anos: “não tinha [procura], mas de dois anos para cá aumentou muito. Antes de 2009, era de apenas 12 em média, a partir de 2010 passou a média de 25 [atletas]”. Sem grandes cifras para um investimento maior, é com trabalho que os envolvidos com o handebol no Corinthians obtêm seus resultados. Tanto no Infantil Feminino como no Masculino do Paulistão, o clube está entre os quatro primeiros colocados. “O que fazemos é simples, trabalhamos sério e tratamos todos os atletas igual, independente da importância para a equipe”, finaliza Paulo.



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